Saiba tudo sobre a diferença entre RGB e CMYK!

Veja qual é o recomendado para impressos gráficos.

Já aconteceu de você mandar imprimir algum material gráfico, e de repente, perceber que saiu com as cores alteradas, bem diferentes das que, você havia encaminhado na arte?

Então, pode ser que o padrão de cores selecionado não seja o ideal para a impressão. Tudo isso porque, existe um padrão para ser visto apenas em monitores, e outro que é o indicado para impressos, para ter mais chances de ser produzido igual ao arquivo enviado.

Por isso, para sanar as dúvidas, a gráfica online FuturaIM vai trazer uma clara explicação sobre a diferença entre RGB e CMYK. E, nesta breve introdução, vamos falar primeiro sobre o famoso padrão de cores CMYK.

CMYK são as iniciais das cores: Cian (ciano), Magenta (magenta), Yellow (amarelo) e Black (preto), que também são chamadas de cores subtrativas, pois a tinta é adicionada em um papel e, em seguida, a cor subtrai o brilho da superfície.

O CMYK é utilizado na impressão offset e digital. Ele é utilizado em impressoras na formação de tintas, para imprimir materiais gráficos, como cartões de visita, flyers, tags, banners e outros tipos de impressos.

Você sabia? 

Antigamente era apenas CMY, porque existia um conceito de que, para alcançar o preto, bastava aplicar 100% de ciano, magenta e amarelo. No entanto, a tonalidade obtida era marrom. Então, foi só depois que se incluiu o preto e acabou ficando: CMYK.

Dica IM 

Caso queira fazer um material preto, e desejar um preto chapado no seu impresso, ou seja, um preto mais vivo, é só utilizar a combinação 30% de cian, ou seja: C30% M0% Y0% K100%. Porém, essa composição só poderá ser aplicada em fundos “chapados”. Para letras e vetores pequenos, você sempre deve utilizar o preto “puro” que é C0% M0% Y0% K100%.

O bom disso tudo é que, se porventura você não montou seu arquivo em CMYK, você tem a chance de mudar de RGB para CMYK e ter uma prévia na tela do computador, para ter uma simulação do resultado final da sua impressão, já que o próprio Corel Draw, Illustrator e Photoshop, possuem ferramentas que permitem a visualização antes da impressão.

RGB são as iniciais das cores Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul). Este é um padrão de cor aditivo por conta da formação de luzes, que permite a visualização em monitores e mídia online, como banners para sites e redes sociais, além de televisores e aparelhos celulares por exemplo.  

No caso do RGB, se forem divididos em 255 níveis, podem gerar mais de 16 milhões de cores. E, já o padrão de cor Pantone é diferente do RGB e CMYK, que possuem cores primárias. No Pantone há uma tinta para cada cor que será impressa. No entanto, usar cores diferentes no mesmo material impresso, significa que será necessário usar uma tinta distinta para cada cor. Logo, quanto maior o número de cores usadas no impresso, maior o custo de impressão.

Enfim, ao conhecer o padrão CMYK e RGB, fica mais fácil de criar seu arquivo para impressão e com certeza, diminuir as chances de “não conformidades” em seu material. 

E, como se faz para chegar nas outras cores, se o CMYK é composto por apenas quatro cores?

É simples! O impresso é formado por vários pontos bem imperceptíveis a olho nu, que são chamados de retículas. Esses pontinhos só são visíveis através de uma lupa conta fio, e eles possuem as quatro cores primárias, que quando sobrepostas, é criada uma nova cor.

O preto é utilizado para criar sombra e volume. Já para criar luz, basta deixar o espaço sem esses pontos, que logo terá a cor branca.

Gostou do nosso artigo? Então, compartilhe com seus colegas de profissão, os designers gráficos que você conhece e aproveite também para dar uma olhadinha na nossa Central de Ajuda para descobrir se você está fechando o seu arquivo no padrão de cores corretamente.

Até a próxima!

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